ele está anestesiado pela violência. não sente a dor, nem a desesperança de nã estar mais e não ser. não sabe nem procura entender o porquê ds ciclos, das vindas e idas. quems e vai se ele ainda está? quem deixou-lhe se, nele, ainda é? incomunicabilidade não passa a existir com a ida, mas pode ser também uma opção e para ele era simples. não sinta
“sim. meus mortos são essas poeiras em qu ouso tocar sem o menor intuito higiênico. É fcar sujo de mim e degolar-se em palavras próximas do que não se é, mas foi – era preciso(.)(?) E, degolado, ele surge para aprender seu próprio nome.”